Neurociências


Especializando-se em neurociências do comportamento, a Dra. Cardoso iniciou sua carreira científica na área de Neurobiologia, trabalhando em pesquisas de mestrado, doutorado e pós-doutorado desde 1989, quando ingressou como aluna de pós-graduação no Laboratório de Psicobiologia do Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de RIbeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Trabalhando até 1996 no laboratório do Dr. Marcus L. Brandão, desenvolveu pesquisas experimentais com animais sobre o papel de estruturas dos colículos cerebrais e seus neurotransmissores, como o NMDA e opióides, sobre o comportamento defensivo e o efeito de algumas drogas, como benzodiazepinas e opiáceos em um modelo animal de medo e fuga. Posteriormente, em seu pós-doutorado nos EUA, em 1996 e 1997, deu continuidade a essa linha de investigação, no laboratório do Dr. Michael Fanselow, no Departamento de Psicologia da Universidade da Califórnia em Los Angeles, EUA.

Como resultado dessa linha foram publicados trabalhos internacionais em revistas de qualidade e apresentados muitos trabalhos científicos em congressos nacionais e internacionais.

Ao retornar ao Brasil, a Dra. Cardoso associou-se como pesquisadora científica colaboradora ao Núcleo de Informática Biomédica da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e mudou a sua linha de investigação para a área de aplicações de tecnologias em neurociências (veja as linhas de pesquisa e desenvolvimento em tecnologias em educação e em saúde, e divulgação cientifica),

A seguir, em 2000 foi uma das fundadoras e dirigentes do Instituto Edumed para Educação em Medicina e Saúde, juntamente com o Dr. Renato M.E. Sabbatini, onde deu continuidade a essa linha, criando o Centro de Teleneurociências.

Deixando de lado a pesquisa experimental com animais, a Dra Cardoso iniciou a investigação de comportamentos e emoções positivas em seres humanos. Entre suas pesquisas nessa área, investigou os padrões comportamentais inatos do riso em crianças cegas congênitas, a epidemiologia e os fatores da felicidade na população em geral. como resultado dessa linha, fundou o Instituto de Ciência da Felicidade, que concentra seus esforços de pesquisa, ensino e extensão universitária.
 
 
 
 
 

 

 
Silvia Helena Cardoso, PhD